Afrodisiacos naturais

Tratamento da impotencia com Afrodisiacos Naturais

08-04-2011 12:40

Se acha que as plantas apenas servem para dar paladar à comida ou para dar cheiro à casa, veja o que elas podem fazer pela sua vida sexual. 

Muitas plantas, frutas e especiarias que utiliza diariamente na sua cozinha, podem ter mais poder do que aquele que pensa. Bem usados, podem ajudar a despertar os nossos sentidos e aumentam o desejo sexual. Esta é uma oportunidade para os ficar a conhecer, e colocar de lado o Viagra.

Estas plantas de que lhe vamos falar são afrodisíacos naturais e ao contrário do comprimidinho azul, que actua apenas ao nível do órgão sexual, estes actuam ao nível da sexualidade, revitalizando o corpo e despertando a libido. Além disso, os perfumes de alguns apuram os sentidos e conduzem ao maior prazer.

Tudo começou com Afrodite. A deusa do amor da mitologia grega nasceu depois de Cronos ter castrado Urano e atirado os seus genitais ao mar. Da espuma das águas, surge a deusa, e por isso é dado também um grande valor erótico aos alimentos vindos do mar, como ostras, por exemplo.

Em todas as idades do Homem, este tem procurado melhorar a sua performance sexual. Os gregos e os romanos usavam inúmeros afrodisíacos e mesmo na Bíblia há uma referência ao uso de mandrágora por Raquel para engravidar. Durante a Idade Média, surgiram inúmeras receitas de misturas de ervas que, mastigadas, facilitariam o acto sexual.

Na cultura muçulmana o sábio Al-Ghazali ensinava que o Profeta, em diálogo com o arcanjo Gabriel, se queixara um dia de uma certa inapetência para o coito com as suas muitas mulheres. Então o arcanjo aconselhou-o a apimentar a comida com uma pasta à base de guindas e coentros, de que resultou o prato típico da Tunísia, o harissa.

Dos mais conhecidos afrodisíacos a cantárida é o mais famoso. Este é o nome dado a uma espécie de moscas comuns nas regiões mediterrâneas que, depois de secas são moídas para preparar um pó de aplicação medicinal que provoca irritação nos orgãos sexuais masculinos e femininos e faz afluir o sangue para essas zonas, provocando uma comichão que pode ser considerada excitante. Em contrapartida é um elemento perigoso para a saúde, provocando secura de boca e da garganta e infecções nos órgãos sexuais.

 Muito menos perigosos e mais saborosos são os que a seguir indicamos e que podem ser usados sem qualquer tipo de restrições.

 Açafrão – Tem um enorme prestígio como estimulante sexual nos países do Oriente e não falta nos pratos espanhóis. Supostamente torna as zonas erógenas mais sensíveis.

 Alecrim – É um excelente revigorante e estimulante e funciona bastante bem em casos de astenia sexual e impotência. Tem ainda a fama de reforçar a memória e cedo se tornou o emblema da fidelidade dos amantes. Antigamente, esta erva era queimada no quarto dos doentes, para purificar o ar, e, nos tribunais, espalhavam-se os seus ramos, a fim de afastar a ‘febre das cadeias’ (o tifo). Em tempos de peste, era transportado em bolsinhas à volta do pescoço, que se cheiravam quando se viajava por zonas suspeitas.

 Alho – Se bem que o hálito após o seu consumo não seja muito agradável, este problema resolve-se mastigando alguns grãos de café. O alho possui uma molécula que fluidifica o sangue, que se reflecte numa boa erecção, para o que deve ser consumido cru. O principal constituinte do seu odor é o mesmo da secreção vaginal das mulheres quando estimuladas sexualmente.

 Amendoim - Rico em vitamina E, pode ajudar ao acto sexual se for consumido regularmente, sem excessos. Reza a lenda que o amendoim dá potência aos homens, reforçando as suas energias.

 Baunilha – Termo de origem castelhana, vanilla é um derivado do latim vagina, decido à semelhança da sua raiz com o canal vaginal. Tempera doces e o seu suave aroma estimula sexualmente, o mesmo acontecendo com o seu sabor. A essência de baunilha pode ser adicionada ao seu banho para produzir um suave efeito de estímulo amoroso, especialmente quando você e a sua parceira tomarem banho juntos.

 Canela –Esta especiaria é conhecida por estimular a acção dos estrógenos sobre os órgãos sexuais.

 Cravo-da-Índia - Os cravos foram considerados como afrodisíacos primeiro na China, mas rapidamente adquiriram fama na Europa. O naturista dinamarquês medieval H. Harpenstreng dizia que os cravos aumentavam o desejo do homem pela mulher além de melhorar a digestão. O cravo-da-índia é aromático e seu chá pode ser utilizado para um banho altamente erótico. Atrai bons fluidos, revigora as energias e aumenta o vigor.

 Gengibre – Produz um afluxo de sangue aos órgãos genitais que aumenta o desejo sexual. Mais uma lenda conta que a Madame du Barry, uma cortesã francesa e a favorita de Luís XV, do século XVIII, misturava gemas de ovos e gengibre para induzir seus amantes.

 Kava kava - Da família das pimentas, produz um efeito calmante, relaxando os músculos e reduzindo consideravelmente a ansiedade quanto ao desempenho sexual. Qualquer loja de produtos naturais tem cápsulas de kava kava. Também muito usado para os casos de ejaculação precoce.

 Noz-moscada - Tem efeitos afrodisíacos se consumida em pequenas doses (menos de meia noz deverá ser o suficiente), e tem sido usada como tal por Hindus, Árabes, Gregos e Romanos por favorecer a erecção. No Oriente era especialmente apreciado pelas mulheres. No entanto, os efeitos secundários, se consumido em grandes doses, podem ser graves e não causar o efeito desejado.

 Pinhões - Possuem substâncias que actuam sobre a debilidade sexual masculina, nomeadamente fitohormonas. Na época romana eram utilizados numa mistura em que também entrava cebola cozida, mostarda branca e pimenta. Na Grécia Antiga é referida uma mistura de pinhões, mel e amêndoas, que deveria ser ingerida, antes de deitar, durante três noites consecutivas. Na Época Medieval foi encontrado um manuscrito que prega as virtudes das pinhas como estimulante da libido, embora advertindo para o perigo da ingestão dos vermes da casca. Nos Países Árabes é recomendada a ingestão de um copo cheio de mel espesso, 20 amêndoas e 100 pinhões antes de deitar, por três noites consecutivas.

 Pimenta - A reputação da pimenta ser um afrodisíaco vem da Antiguidade, quando era usada pelos egípcios, gregos e romanos. Os árabes, de acordo com o livro ‘O Jardim Perfumado’, procedia da seguinte forma: mastigar uma pequena pimenta, colocar uma determinada quantidade sobre a cabeça do membro e depois praticar o coito. Fontes indianas recomendam o consumo diário de um copo de leite com 6 pimentas pretas esmagadas e 4 amêndoas esmagadas. Isto terá o efeito de um tónico nervoso e afrodisíaco.

 Salsa – Usada pelas bruxas numa poção mágica para voar, a salsa servia também para fazer um bálsamo que depois era passado nas zonas erógenas para produzir alucinações.

 Salsaparrilha – É uma planta cheia de testosterona que era muito usada para fazer refrescos. Os índios mexicanos misturavam-na na comida para restabelecer o ardor viril dos deprimidos e dos desesperados.

E agora uma receita muito simples mas de eficácia comprovada pelos peritos nestas andanças. Leve ao lume um litro de água. Assim que começar a ferver, coloque folhas de hortelã, gotas de limão e um pedaço de manga em cubos. Desligue o lume e deixe a panela tapada por dez minutos. Depois coe e leve à geladeira por uma hora. Adoce com mel e beba meia hora antes de fazer amor. E boa sorte.

Tópico: Tratamento da impotencia com Afrodisiacos Naturais (comentários)

Data: 23-09-2016

De: André Batista Serra

Assunto: Chás

Posso fazer uma mistura de vários dos itens acima para um chá "superquente"?

Data: 15-01-2016

De: verenick ribeiro da silva

Assunto: legal assunto acima mencinado

Ótimo por ter aprender com vcs os resultados dos chás referente essas hotaliças